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Mensagem  . em Seg Abr 14, 2008 9:56 am

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Re: participação encerrada.

Mensagem  Sérgio Bantam em Seg Abr 14, 2008 7:47 pm

Caríssimo Mago:
A relação temporal inicial a que a raça humana se ateve, conforme bem coloca, não se desenvolveu de uma condição artificial, mas meramente existencial e biológica. A vida física com seus lapsos de alimentação, hidratação, sono e reprodução se enquadrava em ciclos que começaram a surtir uma idéia de programação na medida em que ficávamos mais inteligentes. Se haveria um época de abundância, igualmente observava o homem que da mesma forma haveria épocas de "vacas magras". Dormir durante a noite, já que não éramos notívagos, é uma forma de se manter apto para a caça do dia seguinte. Manter-se próximo a uma fonte de água, implicava em calcular quanto tempo durariam os estoques do precioso líquido numa jornada ao redor dessa fonte. Em locais de muita água, a idéia da alimentação era mais preciosa e assim deveríamos prever quanto tempo demoraríamos para matar um alticamelo ou cervo gigante e quanto tempo a sua carne levaria para apodrecer. O cálculo temporaral inicial foi então atrelado à sobrevivênvia de forma simples e isso foi fator determinante para a corrida evolucionária, pois animais gregários como os elefantes que percorrem milhares de quilômetros em busca de pastagens, devem saber calcular o tempo de chegarem a tempo numa fonte na época da seca. Da mesma forma, o homem serviu-se disso para o conceito natural de velocidade, algo que mensurava a chance de se chegar num ponto antes de morrer pela sua falta.
Alguns experimentos onde seres humanos passavam longos períodos em cavernas e longes da luz solar, igualmente sem relógios, mostraram que houve alterações nos ciclos de sono, alimentação e todas as funções oriundas do dia versus noite. Alguns sugeriram que isso implicava que a raça humana seria então oriunda de algum outro planeta onde o regime de rotação fosse diverso, acarretando um dia mais longo.
Mas, isso é mera especulação, porém o tempo como evento Universal se dispõe a um enquadramento muito mais auspicioso. Segundo os Vedas, o tempo é um ilusão mental! Algumas pessoas que já tiveram acidentes ou na iminência da morte, tiveram visões de toda a sua vida passando em apenas um segundo! Alguns usuários de drogas alucinógenas revelam que vêem o mundo em cãmara lenta. Essas situações realmente corroboram a idéia que o tempo, além de um inferente físico que estabelece a coerência entre os fenômenos da matéria, é um elemento subjetivo para a mente humana e pode, assim, variar de acordo com certos estados mentais. A própria Teoria da Relatividade de Einstein nos conduz ao famoso Paradoxo dos Gêmeos, onde um gêmeo fica na Terra e outro sai numa nave que viaja a uma velocidade próxima de "c" (Vel. da Luz). Depois de algum tempo o gêmeo viajante volta e vê o irmão, mais velho algumas décadas!
As condições miraculosas a que isso nos lança no campo da imaginação e na possibilidade real, infunde uma caráter fantástico a nossa existência. Filmes como a "Máquina do tempo" e "O Planeta dos macacos" corroboram as possibilidades incríveis a que isso permite de forma real!
O tempo é uma grandeza que não pode ser medida de forma direta e sempre é relacionado com alguma velocidade física. Os relógios atômicos calculam o tempo de decaimento de alguns isótopos nas suas emissões de partículas e assim apresentam uma precisão milhões de vezes maiores do que os de pulso elétromagnético. Pois, imagine um relógio mental! Como funcionaria? Será que sentimos o tempo da mesma forma? Eu tenho comigo, que as mentes mais evoluídas sentem o tempo com mais acuidade. assim a monotonia se faz mais incômoda em pessoas mais inteligentes. Repare que os serviçoes monótonos e repetitivos enfadam muito qualquer um, mas só alguns os aturam! A mente evoluída é irrequieta enquanto a mente menos prolífica aceita melhor a monotonia. Vide os bois a pastar.
As teorias a respeito da nossa existência num "post mortem", onde o tempo espaço é alijado das suas constituições familiares nos lançam a uma miríade de suposições a cerca da realidade da Universo.
Se tudo que é tempo, não passa de uma ilusão, o que poderemos afirmar com relação ao resto?
Pois as coisas parecem nos mostrar que há mais coisas entre o céu e a terra...
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