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Mensagem  . em Dom Abr 13, 2008 6:19 pm

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Re: participação encerrada.

Mensagem  Sérgio Bantam em Seg Abr 14, 2008 12:34 am

Havemos de separar os conceitos!
O conceito microcósmico e voltado para a individualidade pessoal versus o conceito macro cósmico, voltado para a espécie e intenções da natureza.
Imagine uma longa jornada com uma bagagem que nos acompanha. Saímos do marco zero carregando todo o aparato, mas não sabemos exatamente onde ir , quando mudar de direção e quando parar se, tivermos percorrido o espaço requerido. Durante os primeiros dias, pimba, morremos! E agora! No entanto, aparece um outro que carrega a bagagem até sucumbir. Novamente um outro parece e assim em diante.
O fardo ou bagagem é aquilo que descobrimos, engenhamos, aprendemos e desenvolvemos como conhecimento qualidades e aptidões. Isso se refere à nossa obrigação no sentido geral e total. Viver apenas do sentido animal caracterizado por poder telúrico, sexo, aquisições e sensações passageiras é a pequena vida, a vida egoísta, a vida do animal que carrega o nosso código genético, disposto a tudo para protegê-lo e disseminá-lo.
Então o conhecimento humano adquirido é passado às outras gerações que continuam a desenvolvê-lo, provocando evolução social e infringindo obrigações para as demais gerações que deverão ampliá-lo mais ainda.
Esse processo vai engendrando a mente humana numa escala de atividades que faz evoluir.
Mas qual a razão?
Ora, se todo o processo de evolução visa a amplituide da consciência ou expansão mental, parece que isso nos aponta para pelo menos uma condição. Ainda que o destino final e a condição que o determina sejam obscuros, nossa expansão de consciência ou evolução só podem deixar uma única idéia na essência dessa assertiva:
Se Deus é a causa de tudo e é mais consciente do que nossa própria mente pode perceber e avaliar, estamos num processo de caminhar em sua direção por meio de uma integração mental evolutiva. Uma síntese parece nos absorver a pari passu e atrair para o âmago do mistério que nos engendrou. A consciência parca que está no átrio do Grande edifício chamado Cosmo, parece ir adentrando e nele se fixando, aprendendo seu caráter e adquirindo sua característica (se apercebendo dela).
Quando nossa mente expande, só podemos pensar que somos uma parte do Universo, tanto em pensamento como em matéria, pois assim exercendo a qualidade e atributo máximo desse Demiurgo que individualiza a mente, conseguimos separar os dos demais processos acessórios e descobrir o rumo que conduz a libertação da existência ilusória da real. O Cosmo passa a ser então um necessidade implícita para a manifestação da mente. O espaço, a matéria e o tempo são como o palco para que a mente se desenvolva na busca de sua própria origem. Mas, que origem?
Perceber que somos algo que está crescendo nos conduz a idéia "separação" anterior, ou um nascimento ocorrido por força desconhecida que nos plantou aqui a espera desse crescimento. Isso também identifica um grande ciclo que parece se dissolver para depois se coagular! Assim como a água da chuva que se evapora, ascende aos céus, se condensa e fertiliza a terra, sendo novamente esquentada pelo SOL e reiniciando o ciclo de novo, parece que fazemos parte de um processo que divisão, desenvolvimento separado, agregamento simpático, elevação por sublimação, e reintegração ao estado inicial.
Mas, para que tudo isso?
Pois então fica a resposta:
Mas, imagine se nada disso houvesse?
Portanto, a essência da evolução humana é ascender até se reintegrar ao seu estado original.
Não é a toa que as religiões sabem e dispôem sobre essa idéia, porém não a compreendem em seu sentido simbólico, tornando-se fálicas ao desenvolver o seu conceito ao pé da letra, destruindo assim o conteúdo esotérico.
Uma coisa é certa:
Nossa mente ainda está como a de um passarinho diante de uma equação de 3º grau! Temos que aprender a pensar, entender os signos, decifrar as idéias numéricas para depois entender a abstração que jaz no âmago daquela proposição aparente, sem vida e estática!
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